
Existe uma grande diferença entre comprar porque se gosta e se quer andar decentemente arranjada e comprar por doença e gastar mais do que se realmente tem ou se pode.
É verdade que gosto de ir as compras, sim é. E também é verdade que gosto de me vestir bem, pelo menos o mínimo possível, também. E também é verdade que gosto de ter aqueles sapatos ou aquela mala ou até a saia que já ando a que tempos para comprar, sim também é um facto. Mas eu não sou viciada, nem tenho que me internar num hospício, nem gosto de mostrar ou comprar aquilo que realmente não tenho. Sou apenas uma rapariga vulgar na casa dos 20 que gosta de estar apresentável o mínimo que pode. É um crime? Não. É uma futilidade? Será? Não, de jeito nenhum. E para aqueles que fazem generalizações e dizem que comprar isto e aquilo é fútil e que se gasta dinheiro em coisas que não fazem falta nenhuma, podem até estar a falar deles próprios mas não é de mim que estão a falar de certeza. Eu não acho mal nenhum em comprar o que se gosta e quando se tem dinheiro para isso. E eu sei que estamos em crise e tudo mais e que isto está difícil e que a que poupar. Sim, eu tenho essa perfeita noção e até sou bastante compreensível nesse aspecto. Mas daí a chamar viciados aqueles que fazem compras de vez em quando ou que gostam de ir shopping por lazer. Não vejo nenhum mal nisso, é perfeitamente vulgar e saudável e de fútil não tem rigorosamente nada. Porque essas pequenas futilidades como lhe chamam conseguem fazer toda a diferença na imagem de uma pessoa. E já agora, parem com as generalizações, pode ser!?














































